Cesinha para os amigos. Coração gaudério e pés em terras catarinas. Tem um gato guaipeca e recebe a visita dos amigos com freqüência. Viciado em música, filmes antigos e desenho animado.
Andarilho ou cidadão do mundo, como queira. Já andou por alguns lugares do mundo e descobriu que nem todos os caminhos se levam à Roma, e sim para o lugar que podemos realmente chamar de lar.
Se descreve como um garoto de mochila nas costas, player no ouvido e câmera fotográfica na mão. Embora muitas pessoas possam lhe descrever de maneiras diferentes.
INFO: segue abaixo algum dos contatos aos quais vocês conseguirão me encontrar:
Voc? ? a velocidade de 38?GL que me leva a percorrer todas as curvas e contornos dos seus substantivos femininos. A chama do isqueiro que acende o charuto e faz a fuma?a se misturar ?s sombras que dan?am pelas paredes e teto nesse quarto a meia luz.
Voc? ? o meu v?cio de admitir que o passado foi um erro e a verdade de que o presente ? algo que ningu?m mais p?de me dar.
You look at me But you don't see Understand I'm a sinner
Todas as juras e palavras sobre sentimentos foram embora quando aquela porta de elevador se fechou.
E o que restou da nossa hist?ria foi um viol?o mudo no canto do quarto, do qual fa?o quest?o que veja o come?o da nova hist?ria onde fios de cabelos n?o s?o os ?nicos protagonistas de uma cena sob o colch?o.
O motivo de voltar a escrever n?o ? de ter conhecido todos os poss?veis atalhos at? o inferno e sobreviver. N?o ? por m?goa, tristeza, ressentimento ou muito menos pelo ?dio que alimentou todos os piores e poss?veis sentimentos e pensamentos que a mente humana pode criar. T?o pouco foi a tamanha decep??o de perceber que at? uma das pessoas mais importantes da sua vida pode lhe virar a cara, quando se mais precisa do abra?o que anos esteve ao lado.
E embora eu deixe claro aqui os motivos pelos maus bocados que passei nesse m?s, afirmo pela segunda vez que esses n?o foram de maneira alguma as raz?es para eu voltar a escrever.
Hoje ? S?bado e pela primeira vez em quase duas semanas eu posso dizer que estou em casa. "Casa" sim, porque "lar" ? o lugar que o seu cora??o se sente bem. E o mais verdadeiro motivo da minha volta ? dizer que o meu "lar" foi aquele lugar nos meus pensamentos em que pude perceber que todos os amigos - verdadeiros amigos - estavam para me ajudar.
De maneira direta ou involunt?ria, esses amigos iluminaram o meu caminho de volta. Caminho, aquele, que faz da mente humana ser a maior armadilha que temos em n?s. A mente humana ? o inferno que algumas pessoas levam consigo nos maus momentos da vida. Eu fui a prova disso nesse ?ltimo m?s.
N?o tenho vergonha ou medo de admitir que precisei de ajuda. Muito menos terei motivos para esconder o qu?o grato sou pela ajuda dos meus pais e irm?o, que nos momentos em que a cama era o meu ?nico ref?gio. Eles me deram motivos suficientes para perceber que n?o eram os rem?dios que tiravam a minha dor, mas sim o amor incondicional que s? a fam?lia pode proporcionar.
E os amigos, que s?o a fam?lia que escolhemos para n?s, se mostraram presentes seja ao meu lado ou a uma dist?ncia que cobre os oceanos. Sem voc?s - os quais sabem muito bem quem s?o - talvez eu n?o tivesse for?as o suficiente para lhes escrever isso.
J? diziam aqueles quatro caras de Liverpool:
What do I do when my love is away?
(does it worry you to be alone?)
How do I feel by the end of the day?
(are you sad because you?re on your own?)
No, I get by with a little help from my friends,
Mm, I get high with a little help from my friends,
Mm, Gonna try with a little help from my friends
E o complemento disso, ? dizer-lhes o meu muito obrigado porque voc?s s?o o verdadeiro motivo de aqui eu estar.